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Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005


Aparecida Rollember (programa Social & Chique da TV N canal 30 NET Niterói, e o coordenador Maurício Vasquez (núcleo de documentação e pesquisa da FAN).


vejam a exposição "FotoLOGrafia, um olhar nada virtual", on line:


nighterói 8:58 AM
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Terça-feira, Fevereiro 22, 2005

Entrevista para o Programa Social e Chique, sobre os 30 anos do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, que irá ao ar na TV N Canal 30 da NET Niterói, quinta-feira próxima às 14:00.

foto: Aparecida Rollemberg e LC Carvalho.




nighterói 9:31 PM
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Christo and Jeanne-Claude

Chegamos no parque no final da tarde naquele dia e tivemos oportunidade de observar o belo efeito das luzes e da falta delas nos paineis, uma verdadeira aula de impressionismo. As pessoas passam sorridentes, (finalmente em NY este povo relaxa um pouco!) e usam a mesma cor em sua roupa ou bolsas, chapeus, luvas para um dialogo, muito interessante.

************
Eu recebi esta e outras fotos de uma amiga que hoje está em NYC, Queens, documentando este trabalho fantástico realizado no Central Park.
Depois publicarei outras fotos...

Veleu amiga!
Obrigado pelas fotos,. Ficaram ótimas.
Aquele abraço,
LC Carvalho

nighterói 11:48 AM
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Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005

ontem no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno...

nighterói 9:09 AM
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Miguel Coelo e Luiz Antonio Pimentel falam sobre os 30 anos do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno.

Luis Antonio Pimentel é a memória viva da cidade de Niterói. Aos 93 anos de idade ele sabe tudo sobre a nossa história e nos conta com muito humor e poesia. A sua história pessoal é rica em fatos e viagens que nós saboreamos com previlégio de quem é comtemporâneo dele. Ele é autor de belos Hai Kais.

Luís Antônio Pimentel nasceu em 29 de março de 1912, na cidade de Miracema/RJ. Professor, folclorista, pesquisador, historiador, jornalista e poeta. Diplomato em 1952, em Jornalismo, pela Faculdade Nacional de Filosofia (Universidade do Brasil). É verbete da Enciclopédia de Literatura Brasileira (OLAC _ Oficina Literária Afrânio Coutinho) e da Enciclopédia Internacional Delta Larousse. É membro das Academias Fluminense e Niteroiense de Letras. Escreve a página Artes Fluminenses na Tribuna e no Jornal de Icaraí. É o jornalista-responsável pelo O CAIS em revista. Dos inúmeros livros publicados, destacamos: Ciranda, Cirandinha / poesias, 1933; Namida no Kitô / poesias, 1940 (editado em Tóquio, com versão de Yonekura Teruo), Doze Dias Com Leviana / novela, 1944; A Ovelha e o Pastor / poesias, 1974; Topônimos Tupis de Niterói / glossário, 1980 e 1988 (edição complementar revisada); Corpo Falado / poesias, 1985; Quatorze Igrejas Que Contam a História de Niterói / história, 1986 (texto-legenda para álbum a bico-de-pena de Miguel Coelho); Cantigas Para o Povo / trovas, 1987 e Estuário / observação do mundo em frases, 2000.

Miguel Coelho _ Pintor e desenhista, nasceu na cidade de Matipó - MG, em 28 de setembro de 1934. É autodidata em sua formação artística. Publicou vários álbuns de desenho pela Universidade Federal Fluminense - UFF: Aspectos da Cultura Brasileira, 1977; Terra Fluminense I e Terra Fluminense II, 1983; 14 Igrejas que Contam a História de Niterói, 1986; Fortes de Niterói, 1987 e Fazendas de Quissamã, 1987.

Sua obra é citada nas seguintes publicações: Dicionário de Artes Plásticas no Brasil, de Roberto Pontual; Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos, do Ministério da Educação e Cultura - MEC; Guia Internacional das Artes, de Leo Christiano; Catalogue International D`art Contemporain, de Bianco e Nero, Suíça; e Icosaedro International Studio Editoriale, Itália.
Miguel Coelho

nighterói 9:06 AM
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Aparecida Rollember, Canal 30 da NET, entrevista LC Carvalho. Neste ano de 2005 o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno faz 30 de existência...

nighterói 9:04 AM
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Eliane Albuquerque, administradora do CCPCM e Aparecida Rollemberg...

nighterói 9:02 AM
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ontem no CCPCM. Aparecida Rollemberg entrevista Luiz Antonio Pimentel para o Canal 30 da NET. São 30 anos do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno...

nighterói 9:00 AM
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acontecendo na fotoLOGrafia no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno...
fotos para O Globo Niterói.

nighterói 8:59 AM
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Segunda-feira, Fevereiro 14, 2005

My Funny Valentine

My funny valentine
Sweet comic valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you're my favourite work of art

Is your figure less than greek
Is your mouth a little weak
When you open it to speak
Are you smart?

But don't change a hair for me
Not if you care for me
Stay little valentine stay
Each day is valentine's day

Is your figure less than greek
Is your mouth a little weak
When you open it to speak
Are you smart?

But don't you change one hair for me
Not if you care for me
Stay little valentine stay
Each day is valentine's day

nighterói 8:59 AM
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Domingo, Fevereiro 13, 2005
LUZIA PEITÕES!

Ney Reis

Para mim, não era exatamente uma mulher: era um par de peitos. Sublimes. Aliás, fiz o mesmo tipo de comentário em um outro conto, em 1988, no meu livro "Os Dias Cinzentos Eram Melhores". Mas Luzia tinha algo diferente a mostrar...
Eu conhecia o mercado. Fazia compras ali desde o início dos anos 90. Era algo mecânico: pegava, pagava, carregava. Até o dia em que meu amigo Levir contratou Luzia. Uma loura feia, de canelas finas, orelhas de abano, queixo pontudo, voz estridente _ quando emitia algum som _, cabelos desleixados e um pé horroroso! As roupas que usava também eram patéticas. Mas que peitos!
Nossa loja ficava a poucos metros do mercado. Eu e minha mulher fomos comerciantes durante um ano e um dia (o que explica boa parte de nossas dívidas atuais). Vendíamos salgados e lanches rápidos, especialmente o quibe que Luzia amava. Era praticamente muda, mas sabia pedir e dizer "obrigado". Minha mulher a considerava uma pessoa desprovida de atrativos, claro. Pode até ter notado alguma coisa, mas não teve malícia. Eu, pelo contrário, percebi logo...
Frio ou calor, tanto fazia. Os seios estavam sempre "na bandeja". Era um decote ousado, uma blusa desabotoada, um top maroto, qualquer coisa que exibisse o único item que a distinguia na multidão. Em pleno início de agosto _ o auge do inverno _, lá estava ela, com calças de veludo, botas, jaqueta de couro e...os peitos à mostra!
Nos dias calmos de semana, Luzia era um dos nossos poucos passatempos. Costumava cruzar o pátio no final da tarde, aos pulos, acompanhada do açougueiro. Que era casado com a moça do caixa! Talvez fosse apenas maldade nossa, ou excesso de imaginação, mas a cena parecia oferecer um pequeno souvenir do que rolava dentro do banheiro público _ para onde eles se dirigiam todos os dias, naquele horário.
Pensávamos _ eu e meus vizinhos homens, sem que nossas mulheres percebessem _ mil obscenidades. Aqueles peitos saltando de dentro da blusa direto para os lábios do açougueiro... A moça toda despida, sendo possuída por trás, enquanto o malandro a segurava pelos "mamões", com força... Uma clássica "espanhola", com direito às vias de fato... Para quem não sabe, "espanhola" é masturbação feita com seios no lugar da mão...
Mas tudo pertencia ao terreno da fantasia. Na vida real, a moça era apenas uma pobre garota pobre... Migrante nordestina. Digna de respeito e pena. Aliás, para ser franco, Luzia continuava a mesma fêmea desinteressante de sempre. Os dias passavam e ela passava igualmente _ em quase brancas nuvens. O "quase", claro, ficava por conta de seus peitos...
Houve dias em que ela parecia mais entusiasmada, capaz de dizer "oi", o que significava tagarelice! Pensávamos logo que estava sendo "bem comida", no jargão boçal latino... Ficamos duplamente excitados quando conhecemos sua irmã, recém-chegada, igualmente feia, muda e com belos seios... Na verdade, tinha uma bunda melhor e seios piores! E preferia o eletricista ao açougueiro...
Foram meses de excitação com Luzia e sua irmã. No meu caso, apenas com Luzia. Cheguei a imaginar uma cena tórrida de sexo oral com ela, até o fim, com direito a provar secreções muito íntimas com prazer redobrado! Tudo naquele banheiro infecto, graças a sua negligência como faxineira. Mesmo assim, ficava louco toda vez que a avistava! Explico: Luzia tinha lábios carnudos, embora não excepcionais... E lábios carnudos são tão excitantes quanto coxas roliças ou peitões...
Mas isso nos remete ao primeiro conto, "O Chupa-Rápido"! E um livro não pode andar em círculos.

excerto do livro "VULGAROID"
(Pequenos contos obscenos ou: "polaroids" do tesão que está por aí)

nighterói 9:19 PM
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carnaval 2005

nighterói 7:26 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 07, 2005
Francamente
Ney Reis

Houve uma vez um verão (e Carnaval)

Carnaval no início de fevereiro encurta as férias e alonga o ano... Pior ainda: alguns colégios marcaram a volta às aulas no dia dois, antes da folia! Onde foi parar o espírito esportivo dessa gente?! Me lembro que, quando comecei a vir passar a temporada de verão em Teresópolis (saído de Niterói), chegava aqui eufórico após o Réveillon e só voltava, chorando, em março! Eram dois meses inteiros de curtição, esportes, namoros, descanso, ar puro etc. Pensei que meus filhos teriam isso também, mas, pelo visto, me enganei.
O Carnaval também era diferente. Alguns amigos que passavam as férias aqui, em Albuquerque (no Teresópolis Country Club), começavam a desfilar em escolas de samba e eram vistos como figuras exóticas. A "avenida" ainda era reduto de sambistas e mulatas. Me lembro do Beto Simas cantarolando um samba do Salgueiro e dos meus amigos do sítio Xanadu falando de sua ala na mesma escola. Nada mais.
O resto se contentava em fazer concentração no bar do clube e sair em caravana para dois bailes: o do Iucas era preferido pelos casais de namorados, pelas famílias e pelos certinhos. O do Higino era opção dos desgarrados ou dos "a perigo", como eu (nas duas categorias), pois tinha uma freqüência menos "família" e mais "bundalelê". Coisa ingênua comparada com os bailes de hoje em dia. Para se ter uma idéia, a droga era o "lança-perfume"!
Enfim, mudaram os colégios, que respeitavam o verão e só começavam as aulas nos últimos dias da estação, em março (as faculdades demoravam mais ainda!). E mudou o Carnaval do estado, que antes era múltiplo e acessível, mas hoje custa caro e serve mais para promover mulheres suspeitas _ e lindas, além de gostosíssimas _, como no caso da Sapucaí, e de "playboys" e endinheirados em geral, na mesma avenida, nos bailes badalados e nos blocos "chiques", que saem na mídia. Sobrou o ostracismo aos foliões normais e o desânimo aos saudosistas como eu, para quem o Carnaval virou uma ótima oportunidade para tomar porres em casa, fazer churrascos para os amigos, dormir até tarde e botar a leitura em dia _ não necessariamente nessa ordem. E, claro, também assistir ao desfile das escolas de samba no Sambódromo, apreciando gente de papel (pois só a vemos em revistas e jornais) e boazudas aparentemente disponíveis, mas que nunca comeremos _ nós os mortais barrigudos e duros...

Bira, o borracheiro, filosofa:

POLÍTICA EXTERNA PARA TOLOS...


Lula pediu ajuda ao governo sírio para que os terroristas iraquianos libertassem o brasileiro João Vasconcelos. Isso revela duas coisas: o 'titular' dessa coluna estava certo, ou seja, os ¿guerreiros¿ muçulmanos 'cagam' para todos nós, ocidentais, sem exceção, e ser contra Bush não salva ninguém. A outra: confirma o envolvimento da Síria com esses animais!

Biri Naite, o cronista bebum:

QUE MANÉ VASP?!


Deve ter cachaça boa na praça, que eu não conheço... Vou procurar em boteco de aeroporto ou colar em passageiro da VASP. Os caras sabem que a empresa está indo para o brejo e tem nego que insiste em embarcar no vôo cancelado... Você insistiria nisso sem tomar um gole sequer? Eu, hein! Troco um bilhete desses por uma vaga no 'buzum' da Terê-Sampa, meu!

nighterói 3:51 PM
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O GLOBO
informática


Rio, 07 de fevereiro de 2005
Amantes da FotoLOGrafia fazem a festa em Niterói

Como tem sido amplamente divulgado, a humanidade nunca fotografou tanto ¿ para alegria das fabricantes de máquinas fotográficas digitais. Uma das melhores mostras do que tem sido feito está no Fotolog (http://www.fotolog.net), essa comunidade de fotógrafos que só cresce a cada dia, talvez um pouco demais da conta, contando hoje com quase 997 mil usuários cadastrados. Gente paca.

Pois bem: não temos dúvida de que os fotologueiros cariocas e niteroienses formaram a comunidade mais animada, festeira e ativa do Fotolog. Prova disso está na mostra FotoLOGrafia, que está em cartaz no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, em Niterói. São 65 imagens extraídas de fotologs de diversos autores. Só gente da melhor qualidade: cartunistas, publicitários, artistas plásticos, fotógrafos amadores e profissionais, registrando os temas mais variados.

A exposição fica aberta até 27 de fevereiro, nos seguintes horários: segunda-feira, das 13h às 17h; terça a sexta-feira: das 10h às 17h; sábado e domingo: das 10h às 15h. O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno fica na Rua Lopes Trovão s/nº - Icaraí - Niterói - RJ - Telefone (21) 2610-5748. Vale a pena dar uma chegada lá. E sim, a entrada é franca.

nighterói 1:41 PM
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Terça-feira, Fevereiro 01, 2005

Fotolografia _ um olhar nada virtual

O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno inaugura quarta-feira (02 de fevereiro de 2005) a exposição Fotolografia um olhar nada virtual. A mostra reúne 65 imagens extraídas de fotologs de cartunistas, publicitários, artistas plásticos, fotógrafos,amadores e profissionais, sob temas dos mais variados. Inédita na cidade, a exposição reproduz essas imagens no processo mais simples da revelação fotográfica. A mostra pode ser vista até 27 de fevereiro de 2005 e tem entrada franca.

Desde sua invenção, a fotografia nunca atraiu tantas pessoas como agora, depois da popularização do processo digital de imagem. A facilidade com que a Fotolografia um olhar nada virtual.

O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno inaugura quarta-feira (02 de fevereiro de 2005) a exposição Fotolografia um olhar nada virtual. A mostra reúne 65 imagens extraídas de fotologs de cartunistas, publicitários, artistas plásticos, fotógrafos,amadores e profissionais, sob temas dos mais variados. Inédita na cidade, a exposição reproduz essas imagens no processo mais simples da revelação fotográfica. A mostra pode ser vista até 27 de fevereiro de 2005 e tem entrada franca.

Desde sua invenção, a fotografia nunca atraiu tantas pessoas como agora, depois da popularização do processo digital de imagem. A facilidade com que a tecnologia aprimorou, acabando com todos os mistérios e dificuldades que a fotografia tradicional tinha, criou um enorme número de novos fotógrafos. É cada vez mais comum vermos nos restaurantes, festas, shows, e por todos os lugares das cidades, pessoas de todas as idades, profissões e que com suas câmeras tradicionais, digitais, telefones e palms, fotografam tudo e todos!

Uma nova febre surgiu para ajudar essa avalanche fotográfica, que veio com o surgimento da internet e a facilidade de transmissão de dados com a banda larga, um enorme número de paginas pessoais na rede que permitem a criação de albuns virtuais e de interação através de comentários, como os fotologs, fotolas e etc e tal.

Nesse panorama surge a fotografia do século XXI, descompromissada de conceitos fotográficos, mas registrando o dia-a-dia do mundo, por esse batalhão de novos olhares nada virtuais: é a fotoLOGrafia!

Exposição Fotolografia um olhar nada virtual
Abertura: 02 de fevereiro de 2005 (quarta-feira), das 19 ás 22 horas

Visitação: 03 a 27 de fevereiro de 2005

Horário: das 10 ás 17 horas (terça a sexta-feira); das 10 ás 15 horas (sábado e domingo); 13 ás 17 horas (segunda-feira)
ENTRADA FRANCA

Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
Rua Lopes Trovão, s/nº, Icaraí, Niterói, RJ, (21) 2610-5748

Secretaria Municipal de Cultura
Fundação de Arte de Niterói
(21) 2621-5050


nighterói 9:14 AM
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